“Quando você vê alguém, naturalmente, vê apenas a ponta do iceberg acima da água”, segundo Harrye e Cristine Beckwith, autores de Venda-se: a arte de construir uma imagem.
De fato, a maioria das pessoas com quem nos comparamos o tempo todo, independentemente do que possam parecer, estão sujeitas a falhas, deslizes de toda ordem, têm vários defeitos e, em muitos casos, conseguem ganhar menos do que você e vivem mais insatisfeitas. O lado avesso de cada um é sempre uma incógnita e nem sabemos por que nos preocupamos com ele.
A impressão que temos é a de que todas as pessoas ao nosso redor são mais felizes, possuem mais bens, conseguem as coisas com mais facilidade e vivem mais sorridentes. De alguma forma, estamos sempre tentando nos aproximar delas ou queremos ler e conhecer algo a seu respeito para descobrir e copiar a razão do seu sucesso, como se a felicidade alheia fosse algo assim transferível, num passe de mágica. Fomos feitos pra influenciar, somos como esponjas. Absorvemos para depois passar adiante. Tudo que você reproduz, foi produzido por alguém, ainda que você não perceba. E esse alguém já foi inspirado por alguém. Que foi inspirado por outro alguém. E nessa cadeia a gente chega a Jesus, o próprio Deus que veio em carne e osso nos inspirar de perto. O que não podemos fazer é permitir que, uma inveja reprimida dentro de nós crie suas raízes e faça morada. Pessoas são pessoas, com todas as suas virtudes e os seus defeitos. A diferença entre elas está no ego, no caráter que demonstra.
A impressão que temos é a de que todas as pessoas ao nosso redor são mais felizes, possuem mais bens, conseguem as coisas com mais facilidade e vivem mais sorridentes. De alguma forma, estamos sempre tentando nos aproximar delas ou queremos ler e conhecer algo a seu respeito para descobrir e copiar a razão do seu sucesso, como se a felicidade alheia fosse algo assim transferível, num passe de mágica. Fomos feitos pra influenciar, somos como esponjas. Absorvemos para depois passar adiante. Tudo que você reproduz, foi produzido por alguém, ainda que você não perceba. E esse alguém já foi inspirado por alguém. Que foi inspirado por outro alguém. E nessa cadeia a gente chega a Jesus, o próprio Deus que veio em carne e osso nos inspirar de perto. O que não podemos fazer é permitir que, uma inveja reprimida dentro de nós crie suas raízes e faça morada. Pessoas são pessoas, com todas as suas virtudes e os seus defeitos. A diferença entre elas está no ego, no caráter que demonstra.
Entretanto, não existe ego que não tenha o seu calcanhar-de-aquiles, o que nos leva a crer que todas as pessoas são frágeis embora à maioria demonstre uma falsa condição de superioridade ou de uma força superior indestrutível. Como são admiráveis as pessoas que nós não conhecemos muito bem. Graças a Deus, não temos o dom de conhecer o lado indescritível nem irremediável das pessoas. Se nos fosse concedida essa dádiva, a decepção seria grande; portanto, é melhor alimentar a nossa própria fantasia, afinal, não somos infalíveis também. Quando nus diante do espelho, somos completamente iguais e incorrigíveis; frágeis e carentes; cheios de dúvidas e de complexos. As roupas são as melhores amigas do homem e da mulher, pois ajudam como mascaram que cobrem nossos defeitos. .
Comparar a si mesmo com outros durante o tempo todo é, de fato, uma perda de tempo irrecuperável. Não podemos ser outra pessoa embora possamos fingir ser alguém que não somos. Quando agimos assim, na melhor das hipóteses, as pessoas ao nosso redor vão nos aturar, porém vão reconhecer facilmente a nossa deficiência em nos aceitar e rejeitar a nossa falsa integridade. Todos nós temos dois lados: um deles é o comum, previsível, facilmente retocável de acordo com as circunstâncias. Em último caso, um bom banho e uma roupa limpa resolvem. O outro é imprevisível, incomum, impossível de ser maquiado, atormentado com frequência pela nossa vigilante consciência. E não há nada que castigue mais uma pessoa do que a sua própria consciência. O apostolo Paulo escreveu em Romanos 7: 15: “Porque o que faço eu não aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço”.
Comparar a si mesmo com outros durante o tempo todo é, de fato, uma perda de tempo irrecuperável. Não podemos ser outra pessoa embora possamos fingir ser alguém que não somos. Quando agimos assim, na melhor das hipóteses, as pessoas ao nosso redor vão nos aturar, porém vão reconhecer facilmente a nossa deficiência em nos aceitar e rejeitar a nossa falsa integridade. Todos nós temos dois lados: um deles é o comum, previsível, facilmente retocável de acordo com as circunstâncias. Em último caso, um bom banho e uma roupa limpa resolvem. O outro é imprevisível, incomum, impossível de ser maquiado, atormentado com frequência pela nossa vigilante consciência. E não há nada que castigue mais uma pessoa do que a sua própria consciência. O apostolo Paulo escreveu em Romanos 7: 15: “Porque o que faço eu não aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço”.
Equilibrar os dois lados é um desafio; Infelizmente, não podemos evitar o julgamento nem o pré-julgamento alheio, mas podemos evitá-los a partir de nós mesmos. Apesar de condenável, em muitos casos, o comportamento alheio só nos diz respeito quando somos canais de benção em favor da mudança para o melhor. Temos o nosso lado avesso também. Se algum dia ele vier à tona, feito um iceberg, talvez tenhamos vergonha só de lembrar o que fizemos com muita gente. Somos seres resgatados por Cristo vivendo em terra estranha, o que nos chama a viver em verdade e justiça. Que nos mostra o quanto somos falíveis, sujeitos a erros e acertos, mas, responsáveis pela consequência de cada um desses.
Seja exemplo! Se cair, seja humilde para aceitar ajuda, deixa Deus te levantar. O cair é do homem... O levantar é de Deus. O apontar é do diabo!
Pense nisso e seja feliz.
Pense nisso e seja feliz.
Abraços fraternos
*IMAGEM RETIRADA DA INTERNET
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