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quarta-feira, 6 de julho de 2011

MINHA RESPOSTA A DINAMICA ENTRE AMIGOS

O vaso que eu tinha para ornamentar a minha casa se quebrou. Eu preciso de outro vaso. Muitos vasos foram recebidos para ocupar este lugar de destaque. Eu fiz a avaliação e cheguei ao seguinte resultado:

RECEBI UM VASO DE VIDRO.  Um lindo vaso! Mas muito frágil. Quebra-se com facilidade. Além disso, esconde um grande perigo quando se quebra. Seus pedaços podem machucar. A  vaidade e a inveja que trás dentro de si, na maioria das vezes, nos faz sangrar com grande dor.

RECEBI UM VASO DE FERRO. Material pesado.  Que pena! este vaso não me serve. Com o passar do tempo enferruja.  Não suporta agua por muito tempo. Logo o seu interior estará cheio de ferrugem e sujo. As impurezas do orgulho e a dureza de coração afetarão as belas flores que nele forem colocadas. A força bruta teria que ser usada para modelar e manipular esse vaso. Um trabalho duro e cansativo, diversas marteladas, fogo e agua seriam usados exaustivamente, mas ele tornaria a enferrujar, por dentro e por fora. Seu interior seria um sepulcro caiado. Teria que mantê-lo oco e vazio. Não tem nenhum valor.

RECEBI UM VASO DE MADEIRA.  Belo trabalho!  Trabalho de artesão. Infelizmente não me serviu. Este vaso não resiste à umidade e a traça, o cupim pode alimentar-se de sua madeira. Ficarei frustrada por tê-lo que DESCARTAR no lixo. A falsidade e a intriga irá consumir este vaso tão rápido que logo esquecerá seus dias de luz em minha casa.

RECEBI UM VASO DE PEDRA. Maravilha! Foi esculpido com primor.  Mas este também não me serve. Com o passar dos dias ele rejeitará a agua limpa que nele será colocada, vai produzir o lodo.  O lodo da maledicência e da ira apodrecerão minhas flores e as deixará com mauro cheiro. Um cheiro insuportável que contaminará toda minha casa.

ENCONTREI PARA COMPRAR UM VASO DE BARRO. Glória a Deus! Este é o vaso. Vasos de barro parecem não ter nenhum atrativo. São frágeis, facilmente racham ou quebram. A qualquer momento podem cair e voltar a ser pó (Ec 12.6). Mas, este vaso tem algo a seu favor. Seus cacos em contato com a agua voltam a ser barro novamente. Para ser restaurado o vaso é colocado na roda (Jr 1.3) e mesmo em movimento, o vaso não sai do lugar e, nas mãos do Oleiro se deixa moldar outra vez, transmitindo as minhas flores a beleza da humildade.  O amadurecimento da sabedoria e a paciência do tempo.

O VASO ESCOLHIDO PELO IRMÃO NELSOMAR CORREIA, foi escolhido por ser feito de um material que pode ser moldado pelo fogo.  O PVC é uma matéria derivada do petróleo, que é produzido em média ou grandes profundidades, chegando de 5 a 7 mil metros abaixo do nível do mar. O PVC pode ser manipulado quando é exposto a altas temperaturas. Isso me fez lembrar I Coríntios 3: 13; 15. Paulo nos diz que nossas obras serão reveladas pelo fogo; “e qual seja a obra de cada um, o próprio fogo o provará. Se a obra de alguém se queimar, sofrerá ele dano; mas esse mesmo será salvo, todavia, como que através do fogo”. Por isso escolhi o "Texto e o vaso por ele" apresentado.

Muitos vasos existem no meio da família de Cristo Jesus. Os vasos são quebradiços porque são de barro, mas conseguem manter-se intactos após sofrerem impactos, quedas, ataques, agitações, mudanças bruscas. Isso se deve ao poder divino de nosso Deus, que preserva a integridade do vaso que carrega mantendo unidos os seus cacos. O cristão tem necessidade de aperfeiçoamento, precisa passar por esse processo que o faz ficar em constante movimento. É a necessidade de aperfeiçoamento que o mantém na roda. Porém, enquanto estiver na roda, estará sendo modelado por Deus. Ele fica em paz, porque mesmo quebrado em vários pedaços, sabe, que as mãos firmes do Senhor estão sobre ele.

 Que Deus em Cristo Jesus nos faça vasos de honra para o Seu reino.
Missionária Cleusa Klein
Link da Dinamica Entre Amigos:
http://cleusaklein.blogspot.com/2011/05/dinamica-entre-amigos.html

TEXTO VENCEDOR DA DINAMICA ENTRE AMIGOS

A foto e o texto abaixo foi o escolhido por mim. Foram enviados pelo irmão Nelsomar Correia participante da Dinâmica entre Amigos. Acho que os meus amigos de blog não confiaram muito na brincadeira por que foram poucos que responderam a dinâmica que fiz para interagir entre os seguidores do Diário Aberto. Espero que na próxima vez tenhamos mais participantes. Este texto também está postado no tópico DINAMICA ENTRE AMIGOS.  Vcs o encontrarão neste link na parte de comentário: http://cleusaklein.blogspot.com/2011/05/dinamica-entre-amigos.html
Leiam o texto.
GRAÇA E A PAZ IRMÃ CLEUSA. EM RELAÇÃO À DINÂMICA QUE DESENVOLVE EM SEU BLOG, ESCOLHI A FOTO AO LADO, PORQUE ACHEI QUE DARIA MUITO QUE FALAR.
SE OBSERVAR BEM VERÁ QUE ESTES VASOS COLORIDOS E COM APARÊNCIA PÓS-MODERNA SÃO NA VERDADE CONEXÕES DE PVC, QUE HOJE É LARGAMENTE UTILIZADO NÃO APENAS NAS REDES HIDROSSANITÁRIAS DAS CONSTRUÇÕES, MAS TAMBÉM NAS GARRAFAS PET QUE DIARIAMENTE COMPRAMOS NOS SUPERMERCADOS USADAS PARA ENVASE DE REFRIGERANTES, ÓLEOS, SHAMPOOS, PRODUTOS DE HIGIENE E LIMPEZA EM GERAL E OUTROS. O PVC É UM PRODUTO DERIVADO DO PETRÓLEO, ESTE OURO NEGRO QUE MODIFICOU O PANORAMA SÓCIO-ECONÔMICO DA SOCIEDADE MODERNA, POIS COMO PODERÍAMOS IMAGINAR A VIDA ATUAL SEM A DESCOBERTA DESTA IMPORTANTE RIQUEZA, QUE TANTO TRAZ O PROGRESSO COMO TAMBÉM É MOTIVO DE GUERRA PELO CONTROLE DE SEUS CAMPOS DE PRODUÇÃO.
CERTAMENTE PODERÍAMOS AQUI FAZER UMA BRILHANTE DISSERTAÇÃO SOBRE O PETRÓLEO, QUE PERMITIU TAMBÉM ESTA AGRADÁVEL FOTO, MAS TENHO QUE ME ATER A UMA MENSAGEM ABSTRATA QUE ME VEM À MENTE AO VÊ-LA E INSTANTANEAMENTE ME VEIO À LEMBRANÇA O GRANDE ENSINAMENTO.
BÍBLICO DE QUE DEVEMOS SER COMO UM VASO NAS MÃOS DE NOSSO OLEIRO JESUS CRISTO, MAS NÃO APENAS UM VASO EM CONSTRUÇÃO, QUANDO NOS É DADA A FORMA IDEAL, MAS COMO UM VASO DE HONRA, CUJO DONO SE AGRADA DE COLOCÁ-LO EM LUGAR DE DESTAQUE EM SUA CASA, UM VASO QUE POSSA CONTER PLANTAS QUE ALEGREM O ESPÍRITO DAQUELES QUE AS VÊEM.
SOMOS TODOS OS MOMENTOS CHAMADOS A SER VASO DE HONRA NÃO APENAS NA CASA DO SENHOR, MAS TAMBÉM EM TODOS OS MEIOS SOCIAS QUE FORMOS.

É preciso crescer.

Amados do Senhor Jesus... Graça e Paz.

Após ler o versículo que o apóstolo Paulo narra em uma de suas epistolas, veio a mim o desejo de escrever algumas palavras para a meditação de cada de vocês que até aqui chegaram.  Deus os abençoe com sua rica misericórdia.


“Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino”. (1 Coríntios 13:11)

Muitos de nós fugimos do crescimento. Por quê? Porque crescer doí.  Crescer implica em amadurecer. O medo e as limitações inerentes do ser humano desde a queda de Adão nos faz fugir das grandes responsabilidades produzidas pelo amadurecimento. Com isso, buscamos como bebês o leite que é de fácil sucção, encontramos facilidade para digerir e nos sentimos saciados com muito pouco. Mas, não podemos esquecer que os anos passam. Vai chegar o dia em que o leite materno não é suficiente para sustentar o nosso corpo físico. Chegou o momento de mudar o cardápio, precisamos de alimento sólido. Assim acontece com nossa vida espiritual. É maravilhoso vivermos o Salmo 23, o que não podemos esquecer, é que, “no mundo teremos aflições” e que teremos de vencê-las para não sermos subjugados por ele. Fugir dos princípios norteadores e firmes que a bíblia nos mostra, é um grande erro. Ficamos desnutridos ao ponto de sucumbir. A palavra de Deus é “lâmpada para nossos pés e luz para o nosso caminho”. Tendo essa visão, seguiremos confiantes que nossa vida é regida por um manual digno de toda aceitação como única regra de vida e fé.

Que o Senhor Jesus aplique Sua palavra ao seu coração.
Missionária Cleusa Klein

terça-feira, 28 de junho de 2011

Os Problemas Nosso de Cada Dia.

“Sabemos que todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus e são chamados pelo seu decreto”, (Romanos 8: 38).

 As nossas incompreensões pessoais nos levam a considerar os nossos males superiores ao de outras pessoas. Temos o poder de agigantar as nossas dificuldades e os problemas que insistem em nos afligir. Daí vem alguém e diz: “Cada um sabe onde seu calo aperta”. E não é que é verdade!
Temos nossos limites e formas diferenciadas de encarar os problemas. Nossa visão ou ideal pode até serem os mesmos, mas com certeza, temos outras reações e atitudes diferentes.   O fato de agir parecido como outra pessoa não me torna igual a ela. Quem ainda não ouviu dizer: “Você tomou a decisão certa ou que a se esperava, embora não seja essa a sua vontade”? O que não deve acontecer é nos deixar cauterizar por nossos problemas achando que somos as maiores vitimas da terra. Esquecendo que a poucos metros também há sofrimento, choro e carências que nem sempre podem ser supridas. Não podemos deixar-nos vencer pelas pressões diárias. O nosso cérebro é nossa torre de comando. Ele envia mensagens de alerta para o corpo, que emite um ou mais sinais de perigo. São estes sinais que nos possibilitam tomar as providenciam necessárias evitando o colapso físico ou mental.   
Em situações de risco, sejam elas quais forem não podemos prescindir do auxilio que vem do alto. O Espirito Santo de Deus nos conforta e nos protege, nos cura e ensina. Jesus quando subiu aos céus sabia o quanto iriamos necessitar de ajuda. Para cuidar daqueles que ama, Jesus os entrega nas mãos do Espirito Santo. Recebemos dele a terapia certa, individual e completa para a cura de nossas dores, magoas e enfermidades. Nãos somos super-homens. Reconhecer este fato é meio caminho andado para uma existência saudável. Não somos os salvadores da pátria. Se, eu e você, reconhecermos que temos a nossa parte para ser feita nós seremos responsáveis, teremos saúde, cumpriremos nossos compromissos e amaremos o próximo.
Desenvolver relacionamentos saudáveis é imprescindível para o crescimento de seres amadurecidos, sadios e conscientes. Há muito tempo atrás o nosso Criador, olhou para as obras de suas mãos e viu que “tudo era bom”, (Gn 1,31). Fazemos parte dessa obra. Enfrentemos as adversidades com a certeza de que “Todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus” (Romanos 8:28). Não só aquelas que trazem alegrias... A Bíblia diz que todas! Sejam elas boas ou ruins. Paulo trata do viver pelo poder do Espírito em meio ao sofrimento e a dor. Esta não é uma promessa para todas as pessoas, mas apenas para aqueles “que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” Todas as coisas servem para trazer cada cristão à conformidade de Cristo.  Não deixe que raiz de amargura, murmurações e desgosto venham manchar teu coração, fazendo dele um terreno fértil para doenças, conflitos e frustrações intermináveis.
Quando lemos Romanos 8: 28 em seu contexto, nós podemos dar uma resposta positiva à questão da dor e do sofrimento no mundo. Não vemos nada de bom na miséria alheia e nos desastres deste mundo, mas este mundo não é toda a realidade que existe. Há um lugar além do horizonte do qual nossos sentidos podem apreender, e é mais real e mais duradouro do que o que experimentamos neste casaco mortal. Se definirmos o que é “bom” como apenas o que podemos ver nesta vida, então perdemos a mensagem deste versículo, e nossa vida não passará de futilidades medíocres.
A fé no mestre Jesus nos faz prosseguir adiante.
 No amor de Cristo receba o meu abraço.
*Cleusa Klein

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Estudo: Comportamento Cristão.

Tema: Igrejas cheias... Relacionamentos Vazios.


Eu já participei de igreja cujo rol de membros ultrapassava os dois mil. Em outras tão pequenas que não chegava a trinta membros, onde a maioria pertencia à mesma família.  Grande diferença. Cada irmão é conhecido e chamado pelo nome. E o abraço então, aconchegante, amistoso e caloroso. Enquanto isso nas igrejas agigantadas, equipes trabalham por turno e a maioria dos membros mal se conhece. O contato é superficial, pessoas viram números e o velho e essencial acolhimento que começaria “dentro de casa” acaba se perdendo em meio a outras novidades. A preocupação é atender e impressionar bem aos que vem de fora. Enquanto isso, no interior dos grupos, quanta gente sofrendo de solidão... Minguando afetivamente!

Tenho grande preocupação em avaliar como tem sido a nossa relação com demais pessoas de dentro da família de Cristo, no cotidiano e no institucional. Conseguimos perceber o olhar mais triste nesse ou naquele dia? Quando estes (as) desaparecem por algum tempo, o nosso primeiro pensamento é de censura ou preocupação? Passa pela nossa cabeça que possam estar atravessando uma fase difícil e, em caso afirmativo, nos mobilizamos para ampará-los? Aos que retornam após um período de ausência, a manifestação tem sido de acolhimento e alegria ou de cobrança?

Ah, as tais cobranças... Das piadinhas sarcásticas e olhares enviesados ao dedo em riste, vale tudo para manter o “bom andamento das atividades, em nome de Jesus”... Porém, vale a pena pensar se tem sido oferecido afeto, compreensão e solidariedade de acordo o que se cobra.

Muitas denominações se deixam favorecer por regras e dogmas que inibem a espontaneidade e a afetividade entre os trabalhadores da Seara de Cristo. Diversos  grupos acabam resvalando para o extremismo.  Antes, durante e depois das reuniões ignora-se que onde não há espaço para diálogo e autenticidade não pode haver uma relação saudável e verdadeira. Assim, vestindo a armadura do formalismo que afasta - em lugar da naturalidade que aproxima - temos nos tornado indiferentes. Sem perceber que estamos uns com os outros e não apenas passando uns pelos outros.

A preocupação em ser impecável sobrepõe-se então ao importar-se com. É que andamos muito ocupados em ser perfeitos. Ser perfeito como nosso Pai que está nos céus está longe da pretensa santidade que ainda estamos longe de possuir... Quanta ilusão! Louvo a Deus pela sua indizível graça e misericórdia por nós pecadores, adotados por ele, salvos por Jesus, nosso grande mediador.

Acontece de um irmão procurar ajuda, lá vem o julgamento implacável implícito na “velha e decorada receitinha”: Oração e vigilância... Com direito, é claro, a sorrisinho paternalista e tapinha nas costas. Dali cada qual pro seu lado e a cômoda sensação de dever cumprido, sem que tenhamos, entretanto, caminhado um milímetro sequer em direção às reais necessidades do outro. Sem contar que, numa quase ditadura como critério de “promoção” a trabalhador cristão, raros são os que têm coragem de expor suas dificuldades, por mais que estejam passando o pão que o diabo amassou. Afinal, um cristão não pode estar sujeito aos problemas existenciais inerentes aos “mortais”, como stress, depressão, frustração amorosa  ou qualquer outro tipo de sentimentos. Daí o receio de se abrir, pois mostrar alguma fragilidade pode significar perda de credibilidade nas bênçãos de Deus, estar em pecado e até mesmo falta de conversão. Outras vezes pode render o estigma indigesto de endemoninhado.

 Some-se a tudo isso o fato que, embora se dizendo crentes em Jesus, a maioria das igrejas tem vivido na prática como bons materialistas. Interagindo numa sociedade altamente competitiva, tem sido sutilmente seduzidos pelo supérfluo, em detrimento do essencial. As palavras de Jesus nos induz a buscar primeiro o reino de Deus e a sua justiça, objetivo primordial da vida do cristão. O  sucesso profissional, social e financeiro, que inclui produzir, consumir (desde títulos acadêmicos e profissionais a bens materiais) nos seriam acrescentados.  Mas ser “bem sucedido” dá muito trabalho. Os inúmeros cursos, viagens e horas extras à noite, fins de semana e feriados, somados à necessidade exacerbada de ter, tomam-nos muito tempo. Então os compromissos com o reino deixam de ser prioridade. Vão sendo adiados ou passados para terceiros pela metade, encaixados nas sobras de tempo que restam de tudo o que é material e “urgente.” Passa-se a ser membro do corpo quando dá... Só pra bater o ponto... E de preferência sem hora marcada. Nem bem acabou o “amém” as pessoas já saem apressadas para “levar ou buscar Fulana e Beltrano não sei onde”... Ou para compromissos que poderiam tranquilamente ser agendados em outra data.

Sabemos que quanto mais superficial a convivência, mais frieza nas relações. Passamos então a nos esbarrar não como irmãos, mas como meros colegas, como num circulo de relações à parte, onde dificilmente há lugar para os companheiros de ideal.

Dentro do preciosismo doutrinário e do igrejismo teremos perdido a sensibilidade, o prazer de estarmos juntos, os laços de amizade que extrapolavam os muros da igreja? Em que lugar do tempo foi parar as gostosas confraternizações, os agradáveis bate-papos após as atividades... A amizade parceira e edificante, o olhar atento que detectava quando esse ou aquele amigo não estava bem. Onde foi que perdemos o interesse verdadeiro pelo bem-estar uns dos outros?...  Talvez seja mais fácil culpar alguém. Isso faz parte de nossa síndrome Adâmica. Precisamos responder honestamente a essas perguntas, mas uma coisa é inegável: Coragem é questão de fé, e tempo é questão de organização e prioridade.

Trazemos as pessoas para nossa congregação e por fim as deixamos abandonadas nos bancos de nossas igrejas. E são tantos os irmãos que reclamam atenção especial... Amigos e companheiros solitários para os quais os fins de semana são intermináveis e que, se acolhidos, com certeza se sentiriam muito melhor!... Companheiros em processos de reabilitação, a recomeçar em difíceis períodos de crise existencial, para os quais faria toda a diferença uma conversa amorosa, a presença amiga naquele momento ou a visita surpresa de aniversário. Celebrar gente é trabalhar a autoestima individual e coletiva. Quando as pessoas se sentem valorizadas, quando são envolvidas em ambiente de carinho, alegria e leveza, todo o grupo se torna mais harmônico, feliz e produtivo.

Eu me pergunto: Os tempos mudaram tanto assim... Ou as pessoas fizeram questão de mudar? “Amai-vos uns aos outros como a ti mesmo” A construção da frase sinaliza, clara e pedagogicamente, para a ação prioritária. Já temos teoria de sobra. Precisamos urgentemente aplicá-la no cotidiano das relações. É avaliar com honestidade até que ponto ser impecável, indispensável e PHD, tem sido mais importante do que ser irmão.

Repensemos. Continuar a brincar de ser cristão alimentando a distância entre o discurso e a pratica, é um enorme desserviço ao nosso próprio crescimento e felicidade. A Bíblia tem nos alertado sobre atos farisaicos...  Para nossa sorte, em casos de pobreza e vulnerabilidade espiritual a Misericórdia Divina nunca nega o perdão e o abrigo quando é suplicado.

Em João 15: 14 lemos que: “Sereis meus amigos se fizerdes o que eu vos mando”. Neste momento é imperioso resgatar a nossa identidade de seguidores sinceros de Jesus, buscando interagir com sinceridade e companheirismo. Como distribuir aos que chegam o afeto, o aconchego e a tolerância quando não conseguimos construir entre nós, irmãos em Cristo Jesus?

No Amor de Cristo

*direitos reservados
*Missionária Cleusa Klein

O TEMPO DE CANTAR CHEGOU.

Levanta-te amiga minha, formosa minha e vem; vê o inverno já passou, aparece as flores na terra, o tempo de cantar chegou – Ct.2.12


 
Em meio as lutas da vida que ora enfrentamos, momentos de tensões e aflições durante nossa peregrinação aqui nesta terra, o Senhor nosso Deus tem nos dado graça para não sucumbirmos em meio a tais crises, logo como no texto acima podemos ouvir o querido Espírito bradar aos nossos ouvidos: Levanta-te – Is. 60.1 e vem, e nos mostra de maneira clara veja o inverno passou...ou seja o tempo das chuvas pesadas foram embora, um novo tempo surge pra tua vida, a estação do frio se foi, a frieza espiritual está dando lugar a uma nova estação na tua vida, pois o texto nos diz: aparece flores na terra, ou seja surge uma nova estação, surge a primavera, a estação das flores, a mais linda estação, e para você meu filho(a) é tempo de cantar, então levante e cante, cante, cante. Veja quais os hinos que você pode cantar:

1) Chegou o tempo de cantar o hino de alegria – Sl. 126.3,4 – lembre-se a alegria do Senhor é a nossa força...o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã..cante irmão!!!

2) Chegou o tempo de cantar um hino de gratidão – Lc. 1.46; Sl.103.1ss....Bendize ó minha alma ao SENHOR....o que darei eu ao Senhor pelo benefícios que me tem feito? Sl. 116.12, seja grato a Deus, cante o louvor da gratidão ao Senhor, ele tem feito muita coisa pela tua vida, agradeça pela casa, pela família, pela igreja, pelo trabalho, agradeça antes de receber a benção, agradeça depois que receber a benção, agradeça mesmo sem receber a benção, mas agradeça. Davi foi muito abneçoado, porque era um homem agradecido a Deus, Maria agradeceu a Deus pois Ele atentou para a humildade dela, Paulo agradeceu pelo chamado dele ao ministério: Dou graças a Deus que me chamou.... e você tem agradecido?

 
3) Chegou o tempo de cantar um hino de adoração – Jô.4.22-24 – Deus procura adoradores que o adorem em espírito e em verdade; adorar é se prostar diante dele com um coração sincero, é reverenciar a Ele, é se render completamente a Ele. Adore a Deus irmão(ã), adore mesmo quando tudo parecer perdido, adore de todo teu coração, adore com tua alma, mas adore...

4) Chegou o tempo de cantar o hino da vitória – I Co. 15.57 – Mas graças a Deus; que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo – e em todas essas coisas somos mas do que vencedores por Aquele que nos amou – Rm. 8.32,33, a vitória é nossa pelo sangue de Jesus! O nosso Deus é o Deus de vitórias, com Ele está a nossa vitória, nada poderá nos deter, nos parar, pois a vitória é nossa sempre, somos um povo guerreiro, um povo forte, um povo vencedor, em nome de Jesus seja vitorioso hoje na tua vida em todas as áreas, pois Deus é contigo, espera Nele, confie Nele, glorifique a Ele e a tua vitória virá!!! Amém.


 
Pr. J. C. Alexandre.